Duração do serviço: o erro que embaralha a agenda inteira
Existe um erro silencioso que aparece em quase toda agenda: o serviço está cadastrado com a duração da execução, e não com a duração total. A diferença parece pequena e é a origem de boa parte dos atrasos.

Tempo de cadeira não é tempo de atendimento
A massagem ocupa sessenta minutos de mesa, mas exige dez minutos de preparo, cinco para receber a cliente e cinco para organizar o material. Se você cadastra só a execução, a agenda não sabe que esses vinte minutos existem.
Em procedimento que exige limpeza, esterilização ou secagem, essa diferença é ainda maior. E é ela que faz o próximo cliente chegar enquanto você ainda está ocupado com o anterior.
Padronize, mas não engessoe
Defina a duração como um padrão para a maioria dos casos e deixe um caminho para a exceção. Cliente com cabelo mais longo, procedimento mais demorado ou material extra: nesses casos, ajuste o horário e avise.
O importante é que a duração padrão já considere a realidade — assim a exceção vira o que realmente é: exceção.
Revise pela agenda, não pela teoria
O lugar para conferir a duração real é a agenda cheia. Um mês de atendimentos lado a lado mostra, sem Planilha, em que horários você está atrasando e para qual serviço.
Ajustar a duração do serviço que mais se repete, no horário em que o dia aperta, costuma render mais do que qualquer mudança de rotina.
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Artigo de demonstração, escrito para mostrar a estrutura do blog da Growally. Os exemplos são genéricos e não descrevem clientes, resultados ou Cases reais.