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Financeiro7 min de leitura

Precificação de serviços: como sair do 'chuto' sem perder cliente

Quase todo serviço é precificado na base do material e do 'quanto a mercado paga'. Falta a parte que costuma ser a mais cara: o tempo de agenda que o atendimento ocupa e a chance de ele voltar.

Interface da plataforma Growally com agenda, clientes e financeiro

Separe insumo de tempo

Comece separando o que o serviço consome (produto, descartável, energia) do tempo que ele ocupa da sua agenda. São custos diferentes e precisam ser lidos de forma diferente.

O tempo ocupado é o que impede você de atender outra pessoa naquele horário. Quando o preço não cobre esse tempo, o serviço cresce a agenda e encolhe o faturamento do dia.

Inclua o retorno na conta

Um serviço que não é refeito rapidamente ocupa a agenda mais vezes por cliente. Na prática, parte do preço de um procedimento de manutenção é o retorno que você precisa gerar para o resultado durar.

Isso não significa cobrar caro. Significa que o preço precisa cobrir o ciclo completo do serviço, e não só a hora em que o cliente está na cadeira.

Preço é argumento, não segredo

Ter o preço visível não tira cliente: tira cliente que ia perguntar preço de cinco lugares antes de agendar. Quem chega ao seu link já sabe o valor, e você já economizou a negociação.

Se o cliente ainda não understands o valor depois de ver a descrição do serviço, o problema está na apresentação, não no número.

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  • serviços

Artigo de demonstração, escrito para mostrar a estrutura do blog da Growally. Os exemplos são genéricos e não descrevem clientes, resultados ou Cases reais.

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